Evento dos 10 Anos WOA

No dia 3 de Outubro, a partir das 19h, A WOA celebrou a forma livre e transversal com que tem tentado viver a arte e a cultura nesta ultima década.
Convidámos dois premiados fotógrafos, um dos grandes designers nacionais, uma artista local e um pianista clássico que tomou conta dos andamentos da noite...
Neste dia apresentámos também alguns dos mais emblemáticos projectos desenvolvidos ao longo destes anos nas diferentes áreas em que actuamos.

Sobre os A R T I S T A S

Luiza Menescal

"Quando penso sobre arte uma idéia única me vem à mente: Extrair o eterno do provisório."
Nascida e criada em Ipanema, Rio de Janeiro, decide viver na Europa,  estabelecendo em Portugal a sua base de trabalho. "Head Hunter" e Executiva de marketing e imagem institucional, dirigiu diversas campanhas de publicidade e comunicação baseadas em fotografia.
Dirige atualmente a "Waterways Fine Arts Production",  com John Szabo da "BarbSmiles."
Do seu currículo destacamos ainda a participação na Cork Street Open Exhibition 2012, em Mayfair, Londres. Capa na Royal Academy of Arts magazine, com sua fotografia "TheDragon's Breath", em 2012. Lançamento em 2013  do livro  “A Gota e o Ponto”; seleção de 80 fotografias  exibidas em várias exposições. Participação na "Art Has No Borders", com sua fotografia "Namasté", 2014
Segundo a artista, "..Viajar neste bouquet de fusão cultural durante 20 anos, consolidou o meu perfil de amante da liberdade, o que pode ser facilmente reconhecido no meu trabalho."
luizamenescalphotography.com

Ricardo Bravo
Nascido em Lisboa a 03/03/1975, Ricardo Bravo começou a brincar à fotografia aos 16. Como lhe disseram que aquela vida não o levaria a lado nenhum, resolveu levar a brincadeira mais a sério - e assim tem sido há mais de uma década.
Começou por, em 1997, colaborar com a revista Surf Magazine, em 1998 foi o fotógrafo do Teatro Nacional D. Maria II, ao mesmo tempo que acumulava "horas de voo" no laboratório caseiro onde imprimia fotografias a preto e branco. Foi nesse mesmo ano que começou a sua ligação às revistas SURF Portugal e Vert Bodyboard Magazine, que ainda hoje mantém. De 1999 a 2001 foi fotógrafo e patrocinado pela marca de surwear Gordon & Smoth, de 2000 a 2004 foi fotógrafo do suplemento de Domingo de fotografia da SURF Portugal. Ainda em 2001, assumiu o cargo de editor português da revista Surf Europe, e desde 2002 tem sido fotógrafo e patrocinado da marca de surfwear B.Side. Desde 2003 que fotografa para a revista ONFIRE Surf e de 2005 a 2007 colaborou com a empresa de eventos Alfarroba Amarela, fazendo reportagens fotográficas aos principais eventos de surf realizados em Portugal (Circuito Nacional de Surf, Circuito Pro Júnior e etapas do Circuito Mundial de Surf). Tem colaborado com diversas publicações internacionais na área dos desportos alternativos e realizado trabalhos como free lancer nas mais diversas áreas da fotografia.
Em 2007, assumiu um papel de maior proximidade com uma das suas casas por excelência, tornando-se fotógrafo residente da revista SURF Portugal, onde também assina textos com alguma regularidade.
“...Com uma mania quase irritante de acordar quando muitos se estão a deitar, é precisamente ao contrário do mundo que Ricardo Bravo gosta de andar. As suas imagens são também isso: reinvenções permanentes do quotidiano. A diferença não "por ser diferente", mas por colocar a realidade sobre uma perspectiva divergente - um dado adquirido que se reinventa com o passar do tempo, sob novas formas, texturas e cores.” Manuel Castro, editor revista SURF Portugal
ricardobravo.com

Sobre as PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS

João Rei
Designer Português nascido em Faro em 1971.
Começou uma carreira da arte simultaneamente com uma outra forma criativa, a arte do surf. Começou a surfar aos 13 anos de idade, actividade que lhe revelou um mundo novo da cores e das emoções. essa tem sido a sua principal influência para o trabalho e vida pessoal desde então. Dedicou, em conjunto com Nuno Viegas, dez anos da sua vida (de 1998 a 2008) ao projecto “B.side”, que consistiu em desenvolver marca própria, onde juntos se focaram maioritariamente com a criação e desenvolvimento de roupa para boardwear (surf /skate/snowboard) entre outros artigos focados nessa mesma área. Artista de produção compulsiva, a sua obra tem uma voz visual muito própria que vai além das tendências actuais, pois o seu trabalho cruza diferentes áreas como o design gráfico e ilustração, numa estética influenciada por um amplo espectro que vai desde a arte urbana á arte contemporânea, passando por outras áreas destintas como por exemplo o artesanato. É o mentor e organizador do "Sagres Surf Culture”, evento que reúne em Sagres anualmente surfista e artistas de várias áreas de criatividade.
Recentemente o seu trabalho tem vindo a ser publicado em vários livros e revistas e tem tido a oportunidade de apresentar o seu trabalho em várias palestas e colóquios relacionados com design e empreendedorismo”.! !! Reside actualmente em Sagres, onde divide o seu tempo entre o trabalho de freelance e a sua paixão pelo surf. ali vive com a sua família cercado pela natureza e pelo mar. Dali trabalha, faz surf e aprecia cada momento…
cantsurfnaked.com

Tadeu Haczynski da Nobrega
Professor e pianista, natural do Rio de Janeiro e de nacionalidade polonesa, estabelece-se na Europa onde desenvolve e pratica a sua grande paixão: o piano. Tendo sido aluno e posteriormente herdeiro da obra documental do célebre maestro, pianista e compositor, Aleksander Sienkiewicz, Tadeu Haczynsky da Nóbrega tem vindo a apresentar o seu repertório no qual predominam obras de Beethoven e Chopin.

Filipa Taquenho
Filipa Taquenho, nascida a 26/09/1972 em Lisboa, frequentou o ensino Secundário no Instituto Espanhol de Lisboa. Licenciada em Arquitectura na Universidade Moderna de Lisboa, desenvolve a sua actividade principal nesta área e colaborando com ateliers e empresas no ramo da construção imobiliária, concepção e desenvolvimento.
Participou em vários Workshops de Fotografia Digital e especificamente de Fotografia na Arquitectura, e frequenta actualmente o 4º Ano de Pintura na Sociedade Nacional de Belas Artes em Lisboa.
Apesar da sua grande paixão pela arquitectura, que mantém activa, sempre teve um interesse paralelo pelas artes plásticas, tendo, desde cedo, participado em pequenas exposições, quase sempre acidentalmente.
A sua obra foi sempre surgindo de uma vontade interior mas sem grande planeamento e objetivo. Decidida a fazer das artes algo mais sério e organizado, encontra-se neste momento a trabalhar numa futura exposição.
Neste trabalho, a natureza e o ambiente são o tema fundamental para o desenvolvimento e inspiração das suas obras. Empenha-se em utilizar os materiais mais improváveis, aproveitando a matéria prima rejeitada pelos outros.
Inimiga do simétrico gosta de trabalhar as suas obras como se nunca fosse terminar.

Alcabideche | Cascais | Portugal

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