Em 1966 Michel Batlle criou um conceito totalmente inovador que une a arte ao corpo numa "relação entre o corpo e o espírito traduzida através de meios gráficos" e ao qual denominou: psychophysiographie. Contrariamente à maioria dos movimentos de ruptura, próprios à emergência de novas ideias, a psychophysiographie propõe uma leitura cirúrgica e intuitiva do mundo, tendo por suporte central e por foco, o corpo humano. Esta "ciência" de inexactidão e de simulacro anatómico, justifica a sua existência por causa do afastamento dos artistas do corpo humano como base de pesquisa fundamental da arte, não apenas no seu contexto de espiritualidade, mas também no contexto da fisiologia. Esta é a materialização de um campo de prospecção e pesquisas sobre as relações entre o sensual (carnal), e as reflexões entre o instintivo e o mundo visível, com todas as suas sensações combinadas.

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